" Escrevo versos para me encontrar,
mas para isso me ausento.
Nua, completamente nua,
sensação de total nudez assim que os versos tomaram forma.
Invasão de meu mundo
(tão íntimo e particular)
por idéias e por mim mesma.
Me invado,
me dispo,
me consumo
e isso apenas é o início.
Em pedaços,
que agora começam a demonstrar similaridade em suas peças.
Cores e formas demonstram o encaixe que hipoteticamente existe e,
hipoteticamente Perfeito! "
Fe.Conrado
sexta-feira, 9 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
RODA

" Quando você surgiu meu mundo mudou.
Parece ter ficado mais bonito,
Pelo menos mais colorido.
Imenso, intenso
E com uma bela música de fundo.
E então,
Você muda a conduta,
Aumenta a labuta
E me esquece ao canto da sala.
Não me diz mais nada,
Nem sequer repara.
Por fim,
Retiro-me para dentro
da imensidão de meus pensamentos,
e concluo: Você está certo,
A felicidade é concreta.
O sentido se deu,
eu mereço alguém como Eu."
Fe.Conrado
segunda-feira, 8 de março de 2010
SHE

She
Maybe the face I can´t forget
A trace of pleasure or regret
Maybe my treasure or the price I have to pay
She maybe the song that summer sings
Maybe the chill that autumm brings,
Maybe a hundred different things
Within the measure of a day.
She
Maybe the beauty or the beast,
Maybe the famine or the feast,
May turn each day into a heaven or a hell,
She maybe the mirror of my dreams,
A Smille reflected in a stream,
She may not be what she may seen
Inside her shell.
She
Who always seems so happy in a crowd,
Whose eyes can be so private and so proud,
No one´s allowed to see then when they cry,
She maybe the love that cannot hope to last,
May come to me from shadows of the past,
That I´ll remember till day I die.
She
Maybe the reason I survive
The why and wherefore I´m alive,
The one I´ll care for through the rough and ready years
Me I´ll take her laugther and her tears,
and make them all my souvenirs
For where sher goes I´ve got to be
The meaning of my life is
She, She, She!
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Azul e Amarelo

A inspiração me bateu à porta,
e sem se quer pedir licença
invadiu meu esconderijo,
pediu que abandonasse o livro,
e pusesse a escrever!
Pois bem, escrevi página inteira,
com versos de menina traquineira
ansiando pelo azul que um dia surgirá
e que sorrateiramente,
me tomará de modo ardente
sem o tempo se quer, poder se manifestar!
Fe.Conrado
sábado, 9 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
AMARELAMENTE(Para Fernanda Conrado)

Uma pedra polida
De sentimento bruto
Uma flor escondida
Por detrás dos olhos escuros
Uma mente inquieta
Num corpo frenético
Um estouro de seriedade
Na sensatez da arte.
Amarelo, amarelo, amarelo
Lembro-me de ti
Quando vejo amarelo
E todos os dias tornam-se
Dias de sol.
Amarelamente
Amar ela mente
(Não!)
Amarelanãomente.
Alex Dias
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
SOLO EM DUETO
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