
segunda-feira, 20 de junho de 2011
CÉU DA BOCA TUA

quarta-feira, 30 de março de 2011
ACALANTO DA ALMA
" Às vezes acho que a lua esta disforme,
Mas na verdade ela esta plena
Mas porque tanta dor?
Olho-te lua para acalantar minha alma
E você retribui com o sorriso maroto
De um pequeno garoto
Que ai reside cultivando flores...
A dor vem justamente da distancia
Que desde a infância
De quem o procura
Para acalantar sua alma.
Mas a sua, quem acalanta, é apenas a lua."
Fernanda Conrado
Mas na verdade ela esta plena
De atitude, de paz e de amor,
Mas porque tanta dor?
Olho-te lua para acalantar minha alma
E você retribui com o sorriso maroto
De um pequeno garoto
Que ai reside cultivando flores...
A dor vem justamente da distancia
Que desde a infância
Inunda o coração do pobre menino
Que somente de longe
Desfruta dos olhos
De quem o procura
Para acalantar sua alma.
Mas a sua, quem acalanta, é apenas a lua."
Fernanda Conrado
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Manifestação do DIVINO SER
O DIVINO se manifesta nas pequenas coisas,
Mas para que se manifeste é necessaria a pureza.
Purificar-se leva tempo e dedicação,
Com muito amor e muita alegria o processo fica mais rapido
O desprendimento e o desapego são fundamentais para o processo.
Queira ver seu estado divino e serás UM com o todo.
Aquele todo que tudo É
Que os sonhos sejam a sua realidade,
Pois somente na Verdade poderemos ter o que nos foi direcionado:
A FELICIDADE!
Namaste!
Mas para que se manifeste é necessaria a pureza.
Purificar-se leva tempo e dedicação,
Com muito amor e muita alegria o processo fica mais rapido
Pratico e eficaz.
O desprendimento e o desapego são fundamentais para o processo.
Queira ver seu estado divino e serás UM com o todo.
Aquele todo que tudo É
Seja LUZ! Seja LUZ! Seja LUZ!
Que todos os que despertaram possam ajudar os demais
Atraves do exemplo em suas ações e verbalizações.
A FELICIDADE!
Namaste!
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
God, God, God
Deus! Deus! Deus!
Das profundezas do sono,
Ao subir a escada em espiral do despertar,
Murmuro:
Deus! Deus! Deus!
És o alimento, e ao romper o jejum
da separação noturna entre nós,
Sinto o teu sabor e digo mentalmente:
Deus! Deus! Deus!
Não importa onde eu vá, o farol de minha mente
Sempre se volta sobre Ti,
E no fragor da batalha da atividade
meu silencioso grito de guerra é sempre:
Deus! Deus! Deus!
Se ruidosas tornentas de provas gritam
E a inquietação uiva junto a mim,
Abafo seus ruídos cantando em voz alta:
Deus! Deus! Deus!
Quando a mente tece sonhos
Com os fios da memória,
Nesse tecido mágico faço estampar:
Deus! Deus! Deus!
Todas as noites, quando o sono é mais profundo,
Minha paz em sonhos chama: Alegria! Alegria! Alegria!
E a alegria vem cantando sempre:
Deus! Deus! Deus!
Despertando, comendo, trabalhando, sonhando, dormindo,
Servindo, meditando, cantando, amando divinamente,
Minha alma sussurra o tempo todo, sem que ninguém ouça:
Deus! Deus! Deus!
Paramahansa Yogananda
Das profundezas do sono,
Ao subir a escada em espiral do despertar,
Murmuro:
Deus! Deus! Deus!
És o alimento, e ao romper o jejum
da separação noturna entre nós,
Sinto o teu sabor e digo mentalmente:
Deus! Deus! Deus!
Não importa onde eu vá, o farol de minha mente
Sempre se volta sobre Ti,
E no fragor da batalha da atividade
meu silencioso grito de guerra é sempre:
Deus! Deus! Deus!
Se ruidosas tornentas de provas gritam
E a inquietação uiva junto a mim,
Abafo seus ruídos cantando em voz alta:
Deus! Deus! Deus!
Quando a mente tece sonhos
Com os fios da memória,
Nesse tecido mágico faço estampar:
Deus! Deus! Deus!
Todas as noites, quando o sono é mais profundo,
Minha paz em sonhos chama: Alegria! Alegria! Alegria!
E a alegria vem cantando sempre:
Deus! Deus! Deus!
Despertando, comendo, trabalhando, sonhando, dormindo,
Servindo, meditando, cantando, amando divinamente,
Minha alma sussurra o tempo todo, sem que ninguém ouça:
Deus! Deus! Deus!
Paramahansa Yogananda
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Domesticação do SER
Ser eu menina triste?
Ser eu apenas mulher?
Ou apenas o reflexo no espelho
Que já domesticado está?
Da vida melancolica e triste
Do ar pesado, fardo.
Mas espelhos não se domesticam
Então a ilusão desfaz
A vida brilha como nunca,
A Felicidade toma conta,
E tudo aquilo que antes era
Deixa de ser.
Sou mulher e sou menina,
Completa e domesticada,
Agora, pela felicidade!
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
DESCOBERTAS
Não se cobre fortaleza no lugar de lágrimas
Deixe que escorram pela sua face traquineira.
O sabor do desencanto,
Mas também sentirá, assim que cessar,
O canto dos tempos que jaz,
E também dos ventos de outrora.
Por fim, lembranças gostosas,
Risadas da vida, de suas traquinagens,
De que o amor que sentimos é nosso
E não de outrém.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
AULA DE DESENHO
"Estou lá onde me invento e me faço:
De giz é meu traço. De aço, o papel.
Esboço uma face a régua e compasso:
É falsa. Desfaço o que fiz.
Retraço o retrato. Evoco o abstrato
Faço da sombra minha raiz.
Farta de mim, afasto-me
e constato: na arte ou na vida,
em carne, osso, lápis ou giz
onde estou não é sempre
e o que sou é por um triz."
Maria Esther Maciel
De giz é meu traço. De aço, o papel.
Esboço uma face a régua e compasso:
É falsa. Desfaço o que fiz.
Retraço o retrato. Evoco o abstrato
Faço da sombra minha raiz.
Farta de mim, afasto-me
e constato: na arte ou na vida,
em carne, osso, lápis ou giz
onde estou não é sempre
e o que sou é por um triz."
Maria Esther Maciel
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