quinta-feira, 5 de agosto de 2010

DESCOBERTAS

Pequena flor que agora anda triste,

Não se cobre fortaleza no lugar de lágrimas

Deixe que escorram pela sua face traquineira.

Sentirá então o sabor do sal,

O sabor do desencanto,

Mas também sentirá, assim que cessar,

O canto dos tempos que jaz,

E também dos ventos de outrora.

Por fim, lembranças gostosas,

Sorriso no rosto e muito humor.

Risadas da vida, de suas traquinagens,

E aprendizado grande:

De que o amor que sentimos é nosso

E não de outrém.

Um comentário:

A beleza do erro puro do engano da imperfeição disse...

E nós não economizamos no amor né amiga? Agora e sempre...
Obrigada!